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O Hóspede da nossa pousada é especial, é aquele que deseja desfrutar o vale de Conservatória como se fosse um conterrâneo, não apenas a seresta e a serenata, pois temos uma localização privilegiada na parte mais calma do centro da cidade e seria um desperdício não desfrutar de tanta cultura e história.

Os Proprietários, filhos de Bentinho Pires, trazem uma nova cara para o que era a Pousada 206. Na época era menor e administrada por sua antiga proprietária e irmã de Bentinho, Mali, netos do historiador Noronha Santos. Atualmente possui 24 suítes confortáveis e um café da manhã inesquecível.

Assumindo em 2004 a gerência, Bentinho conquista uma identidade única e independente dos outros meios de hospedagem, trazendo consigo a alegria e tradição de um conservatoriense vinculado ao Clã dos seresteiros.

"e;Ser Seresteiro não é só estar presente em uma boa seresta ou cantarolar numa esquina da cidade, é estar com amigos sob o céu estrelado, dividindo uma caneca de vinho e trazendo consigo o coração aberto."e; Ricardo Pires.

Nossa pousada está localizada bem no centro de Conservatória, na principal rua, a mesma do Museu da Seresta e da Serenata. Silenciosa e em formato de pé de moleque, é a rua Oswaldo Fonseca, numero 24 ao lado do hospital.

No caminho, seja um passageiro de nossa Pousada Locomotiva 206, desfrute a viagem.

Tenha calma e seja Bem-vindo!

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Conservatória

Localização

Conservatória, Geograficamente falando:
O Distrito de Conservatória fica num vale apertado na Serra do Rio Bonito, com área aproximada de 240 km² .

Limita-se com o estado de Minas Gerais, distritos de Sta Isabel do Rio Bonito, Parapeúna, Pentagna, Valença e com o município de Barra do Pirai. A cidade fica a uma altitude de 518 metros, com montanhas e morros ao redor que variam entre 540m e 1.300m.


Conservatória fica localizada no Sul do Estado do Rio, entre os rios Preto e Paraíba do Sul e na micro bacia dos rios Bonito e Das Flores.

Sua localização no globo terreste é: Lat22º17´Sul e Long43º55´W GR. O clima é temperado seco, com temperatura média de 16,5ºC.



Como Chegar

Como Chegar a Conservatória:
De carro ou use o transporte da pousada:

Do Rio de Janeiro (aproximadamente 145 km): Rodovia Presidente Dutra até Piraí, sentido São Paulo. Após a Serra das Araras, entrar à direita para Piraí (cerca de 8,5 km após o término da subida da serra), seguindo para Barra do Piraí pela RJ 145 (cerca de 25 km). Atravessar a cidade no sentido do Belvedere da Taquara, na BR 393 (Rodovia que liga Volta Redonda à Vassouras). Atravessar a BR 393 e pegar a estrada até Ipiabas (cerca de 14 km). Em Ipiabas, basta continuar na mesma estrada e percorrer mais 15 km para chegar até Conservatória. (Atenção nas Curvas e não ultrapasse 60Km/h)


De São Paulo (aproximadamente 385 km): Rodovia Presidente Dutra no sentido Rio de Janeiro até Volta Redonda, passando em frente à entrada principal da CSN. Seguir para BR 393 sentido Barra do Piraí. Entrar à direita no Belvedere da Taquara para atravessar a BR 393 e pegar a estrada até Ipiabas (cerca de 14 km). Em Ipiabas, basta continuar na mesma estrada e percorrer mais 15 km para chegar até Conservatória. (Atenção nas Curvas e não ultrapasse 60Km/h)


De Belo Horizonte (aproximadamente 560 km): BR 040 passando por Juiz de Fora. Seguir até Três Rios (trevo para BR 393 sentido Vassouras e Barra do Piraí). Seguir até o Belvedere da Taquara, em Barra do Piraí, entrando no acesso à direita, após uma revenda de automóveis Chevrolet e o Posto de gasolina Mega. Pegar estrada até Ipiabas (cerca de 14 km), em Ipiabas, basta continuar na mesma estrada e percorrer mais 15 km para chegar até Conservatória. (Atenção nas Curvas e não ultrapasse 60Km/h)

De ônibus ou use o transporte da pousada:
Direto
Saindo do Rio de Janeiro às 20h15 de sexta-feira e de Conservatória aos domingos às 16:00h com duração média de 2h50 e o preço é de aproximadamente R$25,00, percurso feito pela empresa Normandy (Rio-2573.1232).


Até Barra do Piraí e depois Conservatória
Saindo da Rodoviária Novo Rio em diversos horários com preço média de R$25,00 e ônibus local para Conservatória em intervalos de 50 minutos com preço médio de R$5,00.


Distâncias:
Rio de Janeiro:   143 km
São Paulo:           340 km
Belo Horizonte:  560 km
Valença:              34 km
Barra do Piraí:    26 km
Piraí:                     50 km
Volta Redonda:   60 km



Pontos Turísticos
Pontos Turísticos de Conservatória

Locomotiva 206

Locomotiva 206 - Rede Mineira de Viação

É datada de 1910 Philadelphia U.S.A., toda construída em ferro, aço, bronze, cobre e madeira. Esta locomotiva empresta seu nome a nossa pousada.


Cachoeira da Índia

Estátua de José Borges Freitas

Estátua em homenagem ao seresteiro e tio José Borges Freitas (in memorian).


Museu da Seresta e da Serenata

Museu da Seresta e da Serenata

A casa alugada por José Borges foi, de início, apenas ponto de encontro. Com o tempo, as lembranças, recordações, fotos, reportagens de revistas e jornais, foram se acumulando nas paredes, resultando no que é hoje, um pequeno e inédito Museu da Seresta.


Cachoeira da Índia

Cachoeira da Índia - Balneário Municipal João Raposo

Pequena queda d'água com seu rio manso; podemos encontrar a escultura que chamamos carinhosamente de "Índia", ela não se trata de índia e sim de uma entidade marinha que desconhecemos.


Igreja Matriz de 

Santo Antonio do Rio Bonito

Igreja Matriz de Santo antônio do Rio Bonito

Construída pelos escravos, em cantaria, óleo de baleia, pedras miúdas, madeira e argamassa de areia e cal (1880 - término da construção).


Túnel que chora

Túnel que Chora

Construído pelos escravos na condição de dar passagem a antiga Maria Fumaça. O túnel possui uma fonte que corre água pura chamada fonte da Saudade. Diz a lenda: quem bebe dessa água jamais se esquece e sempre volta a Conservatória. Atenção: bebendo 1 copo - volta; 2 copos - Rejuvenece; 3 copos - diarréia na certa, porque a água é ferruginosa e não aconselhamos beber demais.


Ponte dos Arcos

Ponte dos arcos

Construída pelos escravos em cantaria, ólea de baleia, chumbo fundido, areia e pedras na condição de dar passagem a antiga Rede Mineira de Viação. Hoje é uma das únicas pontes da antiga rede mineira que ainda se conserva em pé.


Serra da Beleza

Serra da Beleza

A Serra da Beleza é um maravilhoso ponto turístico onde, de seu cume, já se avista o Estado de Minas. Seu ponto mais alto é o pico do Piris com 1.300m e o pico do Cavalo Russo com 1.295m. É procurada por ufólogos como ponto de Acontecimentos Extraterrenos - os OVNI's.


Rodoviária

Rodoviária - Antiga Estação Ferroviária

Possui paredes em pedras brutas que foram retiradas da construção do Túnel que Chora. Foi inaugurada pelo Imperador D. Pedro II.



Dicas e Informações Importantes

DICAS:


 A Vila das Ruas Sonoras: as casas do centro da cidade têm sua identificação pelo nome de uma música. São as famosas plaquinhas musicais com o nome de grandes canções de homenageados compositores.  A Nossa Música da plaquinha é Apelo, de Vinicius de Moraes e Baden Powell. Foi escolhida por quem construiu a casa há muitos anos atrás, Dona Olivia sob a coordenação do Museu da Seresta, para não haver repetições.

A arquitetura colonial do centro da cidade tem sido preservada e podem-se admirar velhos casarões, que outrora abrigavam as famílias de fazendeiros de café e mais tarde de pecuaristas. As ruas ainda mantem o calçamento em pedras, tipo “pé de moleque” (Dica para as Meninas: O salto-alto neste caso perde-se a função) e as calçadas largas se prestam para gostosos passeios, pelas lojinhas de artesanato e restaurantes ou pelos vários museus da cidade:
Museu da Seresta, Museu Vicente Celestino, Museu dos 4 (Nelson Gonçalves, Guilherme de Brito, Silvio Caldas e Gilberto Alves), Casa d'Arte e Casa do Poeta.


IMPORTANTE:

Dinheiro – Só há um caixa eletrônico em Conservatória (Banco do Brasil), e a maioria dos estabelecimentos aceitam cartões de crédito, mas é importante o uso do dinheiro caso a luz acabe. Portanto, além de cheque, é fundamental ter dinheiro em espécie para pequenas despesas. Não é necessário carregar bolsa para todo lado, livre-se, coloque o dinheiro no bolso e passeie.

A Serenata - Ela concentra-se as 22h no Museu da Seresta e da Serenata à 20 metros da entrada na pousada. Quem quer ouvir bem chegue cedo. Ela sai pelas ruas a partir das 23 horas de sextas e sábados. Como num ritual, as pessoas acompanham vagarosamente a serenata enquanto os músicos entoam as belas canções. É preciso ter paciência e respeito, pois as ruas ficam ocupadas por centenas de pessoas. Não buzine nem pressione os visitantes com seu carro. Conservatória é uma cidade onde se preserva a calma, o respeito e a tranquilidade local.

Roupas - traga sua roupa de frio mesmo que em sua cidade esteja fazendo calor e traga sua roupa de verão mesmo que em sua cidade esteja fazendo frio. Algumas pessoas da cidade costumam dizer que temos as 4 estações do ano em um único dia. Traga trajes de banho curta um banho de piscina com cascata ou visite as cachoeiras.

Outros Textos Interessantes

História da Locomotiva 206

Locomotiva 206

Locomotiva 206

- Um Monumento de Conservatória - Minha História

Nasci na Filadélfia – EEUU; no ano de 1910, graças ao grande inventor inglês Jorge Stephen. De pedaços em pedaços, com muitos parafusos, arrebites e soldas eu fui construída. Enfeitaram-me com sino, apito e farol. Fiquei muito bonita e turbinada e todos me admiravam lá na terra do Tio Sam. Estávamos na primeira década do século XX quando recebi a notícia: Você vai trabalhar no Brasil! Recebi esta notícia com muita alegria pois faria a minha primeira viagem de navio. Embarcaram-me num grande navio que navegou pelo oceano Atlântico por cerca de 30 dias com muito balanço e abandono; parece que foi minha primeira gripe de ferrugem.

Cheguei ao Rio de Janeiro onde fui recebida com muita festa, pelo povo que queria me conhecer e pelos meus novos donos. Logo o povo já me pôs um apelido: Maria Fumaça, assim que chamam as locomotivas aqui. Até que gostei! Na festa estavam: o Coronel Leite de Sousa; o Engenheiro Pedro Carlos da Silva e muitos outros diretores da Estrada de ferro de Santa Isabel, que havia me comprado dos Estados Unidos.

Depois de muita conversa, me falaram que eu viria para as montanhas do Estado do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, ai fiquei mais feliz ainda, pois é um lugar lindo e mágico.

Chegando aqui fui logo colocada a serviço, pois eu era jovem e com muita disposição para o trabalho. Dos anos de 1920 até 1935, fui muito solicitada para viagens da estação de Barra do Piraí, no Estado do Rio de Janeiro, até a estação de Soledade em Minas Gerais. Trabalhei muito. Meu maquinista era o Manoel Vicente Sobrinho e o foguista (que me alimentava com lenha) era José Miguel Araújo.

Deixe-me explicar melhor. O caminho que eu traçava da antiga linha férrea era cortando as montanhas do estado do Rio e de Minas. Era um viagem com muitos túneis lindos grandes e pequenos, pontes e cortes de pedra, muitos “mata burros” e  uma paisagem deslumbrante, sendo a mais linda a Serra da Beleza, entre Conservatória e Santa Isabel do Rio Preto. Saía da linda Estação de Barra do Piraí e após trafegar um bom trecho no meio da rua principal daquela cidade, atravessava a ponte metálica, construída sobre o Rio Paraíba do Sul e logo depois começava a subir a primeira serra do itinerário passando por Prosperidade, Ipiabas, Desvio Gomes, Paulo de Almeida até chegar aqui na cidade de Conservatória, onde me encontro gozando de um merecido descanso. Estou no meio de um vale bem guardado, no “Pedacinho do Céu”, nas terras das serestas e serenatas, lugar sempre procurado por aqueles que querem descanso da vida agitada das grandes cidades. No meu trabalho diário andava quase sempre atrasado, mas, mesmo assim era sempre esperada nas estações com carinho e ansiedade uma coisa que não me sai da lembrança era como eu era recebida aqui em Conservatória na ocasião das festas de Santo Antônio: a começar pelo grande número de passageiros que eu trazia de Barra do Piraí, vindos de todos os lugares, principalmente do Rio de Janeiro, muitas vezes vinha também a banda de música, ou do Rio ou de Barra do Piraí (Euterpe ou Moreira Lopes). A viagem já era uma alegria só com a banda tocando, o povo cantando. Na chegada aqui na cidade era costume eu acionar o meu apito antes do túnel e na chegada eu vinha tocando o sino. Na Estação o povo aguardava com ansiedade, com muitos foguetes. Prestei serviços até o início dos anos 50. Aí fiquei um pouco esquecida, mas nunca perdi a esperança de um dia voltar a Cidade da Seresta. Em 1960, o Presidente da República Jânio Quadros, teve a infeliz idéia de desativar quase todos os ramais ferroviários que não davam lucros. A Estrada de Ferro – RMV foi desativada em 1961. Muito tempo se passou e eu fui parar na oficina da RMV de Barra Mansa, totalmente abandonada esperando o maçarico me cortar em pedaços para ser vendida como “ferro velho”. Eu que iria virar sucata e estava tendo a oportunidade de viver mais alguns anos, e me tornar “um monumento histórico” em Conservatória. Antes fui reformada e pintada em Barra Mansa me preparando para última e grande viagem da minha vida. Era o mês de novembro de 1981. Toda bonita, lustrosa e até mesmo cheirosa fui recebida com muita festa. O povo todo na rua me aplaudiu. Vinha tocando meu sino e apitando na minha chegada pelas ruas de Conservatória. José Borges, nosso grande seresteiro, que iremos falar mais adiante, fez uma canção maravilhosa falando tudo sobre a saudade que o Trem de Ferro deixara no povo de Conservatória. Finalmente me colocaram num lugar onde hoje eu estou. Um lugar de destaque, eu olhando a Estação. Todos que passam por mim ou que algum dia viajaram, no trenzinho da RMV, me olham com saudade e alegria. Eu como “monumento histórico” me sinto realizada. Muitos turistas que por aqui passam tiram fotografias como de Conservatória. Colocam-me nas manchetes das revistas e dos jornais; até em filmes eu já apareci e sempre promovendo o turismo de Conservatória.

Em 1938, tive a felicidade de transportar até aqui em Conservatória, dois jovens estudantes do Colégio Pedro II do Rio de janeiro, que vinham passar férias aqui. Esses dois jovens, hoje são os símbolos da cultura musical de Conservatória, pois foram eles, Joubert Cortines de Freitas (86) e seu irmão José Borges de Freitas Neto (in memorian), os precursores da nova fase das Serenatas ao luar que tanto tem contribuído para o desenvolvimento nacional e internacional do turismo de Conservatória. Quero ficar por aqui com vocês ainda por muitos anos. Sei que sou querida por vocês, pelos nossos visitantes, que me tratam com muito respeito e carinho. 
Agora sou Trovas, Poemas e Saudades!                 

     Sua Locomotiva 206.



História da Cidade

Busque no Google e nós indicamos o livreto, Conservatória dos Indios, do nosso Bisavô, Francisco Agenor Noronha Santos, que foi o primeiro historiador a relatar sobre Conservatória para o mundo. À venda na cidade e na pousada por R$10,00.

Historia da Cidade


Conservatória cresceu e prosperou durante o ciclo do café da economia brasileira, a partir do século passado. A cidade, hoje distrito do município de Valença, foi um importante elo na produção e circulação do produto, abrigando mais de 100 fazendas que plantavam o café e o escoavam pelo antigo caminho ferroviário que vinha das Minas Gerais e ia para a Corte, no Rio de Janeiro, de onde seguia para o porto e outras cidades do país.
O primeiro registro da localidade data do final do século XVIII, a partir de um relato de 1789, em que Conservatória era reserva dos índios Araris, "elegantes e desembaraçados", segundo o naturista Saint Adolph, um dos primeiros historiadores a registrar o fato. Diversas histórias justificam a origem do nome, sendo que a mais corriqueira diz que o lugar era conhecido como "Conservatório dos índios", um lugar de excelente clima e protegido por montanhas, onde os Araris se recolhiam para se recuperar de doenças que dizimavam as tribos e local no qual resolveram se instalar definitivamente. Em 1826, existiam cerca de 1400 índios aldeados na reserva, vivendo felizes no lugar de onde seriam exterminados pelos desbravadores colonialistas. Vestígios dos Araris, como artefatos em cerâmica e algumas ossadas, já foram encontrados em escavações feitas em diversos locais da região.


Mais Informações, acesse: www.seresteiros.com.br



História da Seresta

Pesquisar no Google Joubert e José Borges Freitas ou Tinhorão sobre MPB em Geral

História da Seresta


A prosperidade econômica do final do século passado deu início a outra tradição na vila: a das serenatas - a música cantada sob o sereno -, que hoje atraem mais de mil pessoas a cada fim-de-semana para a cidade, vindas dos mais diversos recantos do país e do exterior.


Um dos grandes motivadores da tradição da música na cidade é o Museu da Seresta, que tem o maior acervo de músicas de serestas do país - e um dos maiores do mundo -, criado pelos irmãos Joubert e José Borges. O museu mantém viva uma página da cultura musical brasileira, reunindo os seresteiros às sextas-feiras e sábados à noite, que de lá saem para cultivar o hábito, raramente quebrado, de cantar pelas ruas da cidade.


Em 1998, Conservatória comemorou 120 anos de serenatas. Conta a história que a tradição nasceu com um romântico professor de música e tocador de violino, Andreas Schmidt, que, em uma noite enluarada no silência do vilarejo, atraiu espectadores, e o professor Andreas passou a ter como rotina tocar seu violino na praça, nas noites estreladas. Aos poucos, músicos vindos de outros lugares passaram a acompanhar as serenatas do professor, e essa virou uma característica incorporada ao lugar.


Música e grandes paixões sempre estiveram de mãos dadas em Conservatória e geraram muitas histórias de amor. Certa vez, em 1938, Antonio Castello Branco, um abastado fazendeiro de Santa Isabel, distrito vizinho, que vivia uma paixão não correspondida por uma moça de Conservatória, resolveu demonstrar seu amor conforme a tradição. Colocou seu piano de cauda em cima de um caminhão e percorreu mais de 20 quilômetros em estrada de terra esburacada, só para tocar e cantar sob a janela da amada. Consta que o gesto deu resultado, e a moça aceitou o fazendeiro como esposo.

Mais Informações, acesse: www.seresteiros.com.br , neste site há diversas informações sobre Ufologia e o ciclo do café em Conservatória.

 

 
A vila das ruas sonoras